Lançamentos da Editora Casa da Palavra

by - quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Olá galera!

Confiram os novos lançamentos da Editora Casa da Palavra.

O rei da roleta
A incrível vida de Joaquim Rolla, o homem que inventou o Cassino da Urca e transformou a história do entretenimento no Brasil
João Perdigão e Euler Corradi

DE TROPEIRO A DONO DE CASSINO NA URCA
Joaquim Rolla sabia bem do que o jogo é capaz. Desde que teve de trabalhar duro para pagar uma tropa de mulas perdida no carteado, evitava se envolver com jogos de azar. Mas foi num lance de sorte que obteve a participação no Cassino da Urca - o lugar onde tudo acontecia nas décadas de 1930 e 40, onde despontou como um dos mais ambiciosos e criativos empreendedores do Brasil, reconhecido internacionalmente. Foi lá, por exemplo, que Carmen Miranda consagrou-se a artista mais bem paga do país; que Orson Welles filmou parte do seu It’s All True, e o estúdio de cinema Atlântida rodou muitas de suas chanchadas.
 Rolla abordava artistas estrangeiros para cantarem tanto no seu cassino como na rádio Tupi, de seu amigo Assis Chateaubriand. Criou a Agência Difusora de Anúncios onde empregava o jovem jornalista Carlos Lacerda. Construiu inúmeros cassinos célebres pelo Brasil, como o Quitandinha, em Petrópolis, e a Pampulha, em Belo Horizonte. Este com apoio do prefeito Kubitschek e projeto de Niemeyer, prenunciando a construção de Brasília.  O rei da roleta biografa este lutador que teve de navegar tantas marés para levar seu sonho adiante. Sua vida se confunde com a história do cinema, da política e principalmente da música brasileira.  

Vinicius portenho
Liana Wenner

UMA CANÇÃO DE AMOR DE VINICIUS DE MORAES COM A ARGENTINA E O URUGUAI Vinicius de Moraes foi muito admirado em suas idas e vindas por Montevidéu e Buenos Aires, nas décadas de 1950 e 1960, chegando a receber o apelido de Portenho Honorário. Nestas duas capitais, ele deu vida à bossa nova e criou um novo hábito para seus moradores.  Na Argentina, estreou no La Fusa, o templo da bossa daquela época, onde gravou um LP lendário.  Vinicius portenho é um saboroso perfil do poeta e músico que escolheu as ruas argentinas e uruguaias para difundir sua arte e passar bons momentos com os amigos. Notívago, boêmio, grande apreciador de uísque, mulherengo e excêntrico, Vinicius cantou a liberdade individual, a alegria, a sofisticação e a promessa de realização das fantasias sexuais. O homem que interpretou a bossa nova não só como um gênero musical, mas como uma atitude perante a vida.

O senhor Henri e a enciclopédia
Gonçalo M. Tavares

O senhor Henri tem duas grandes paixões na vida: o absinto e as enciclopédias. Aprecia jogos de linguagem, sabe de cor várias datas de acontecimentos e é uma pessoa muito bem informada. Contudo ele é um homem muito solitário que desfruta abusivamente da companhia da bebida de cor esverdeada. Fica evidente, no curso das 36 histórias protagonizadas por nosso herói, que a medida que as páginas avançam o absinto vai fazendo efeito.
O senhor Eliot e as conferências
Gonçalo M. Tavares

A missão do senhor Eliot é fazer sete conferências onde analisará e fará a interpretação de versos de uma série de poetas. O que as conferências têm em comum? Pouca gente para assisti-las, começam sempre depois da hora marcada e têm apenas um espectador, que nunca falta, o senhor Swedenborg. Em cada capítulo o leitor é apresentado a uma conferência proferida pelo senhor Eliot e a uma aventura na capacidade de interpretação.

Fonte: Editora Casa da Palavra

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1 comentários

  1. Legais os livros, mas, gostei mais dos dois ultimos, kkk

    Beijos

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Blog no ar desde 08/11/2011

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