Conto: O Baile

by - domingo, março 24, 2013

Olá pessoas!

Tudo bem? Como está sendo esse restinho de fim de semana? Então people, acabei de escrever esse conto.  Então para descontrair esse fim de domingo, espero que leiam, que gostem (ou não talvez hahaha). Estou nervosa, confesso, será a segunda vez que publico um conto meu aqui no blog. Peço paciência e já deixo claro aqui que não pretendo ser escritora profissional (mas isso não quer dizer para pegar minhas ideias ok?). Escrevo para me divertir, para ser feliz, faz parte de mim escrever, se um dia surgir a oportunidade quem sabe de algo mais sério a gente senta e pensa, quem sabe né?
Então pessoal curtam ai o conto, desculpa pelo tamanho, mas se o deixasse menor ele não faria sentido.


O BAILE


"Quinze anos, finalmente estava chegando à data tão esperada por Gabriela. Enfim faria quinze anos. Gabi, como a chamavam, era uma doce menina, longos cabelos loiros encaracolados, olhos verdes, e um jeito angelical que só ela tinha.
Gabi vivia com Dona Maria, e passava o dia no orfanato onde Maria trabalhava, brincando com outras crianças, ela crescerá ali com eles. Durante a gravidez a mãe de Gabi teve sérias complicações, contrariando as expectativas dos médicos, ela nascera, porém com um sério problema no coração. A mãe de Gabi, senhora Joana, sempre manteve a fé, mesmo sendo mãe solteira, sendo deixada pelo pai da criança quando revelara a esse que estava grávida, Joana enfrentou uma forte depressão e sentia-se culpada por sua filha não ter nascido com a saúde perfeita. Ela queria a filha, a amava desde que descobrira que a carregava em seu ventre.
Tomada pela fé, e sem conseguir recorrer a mais ninguém, em uma oração Joana fez uma promessa, se seu bebê sobrevivesse à cirurgia, ela só colocaria roupas brancas em Gabi, ela não vestiria outra cor até completar quinze anos.  Se por ironia do destino, ou por fé, a bebê passou pela cirurgia e crescia a cada dia, mais linda, e sempre vestindo branco.
Mas aos oito anos Gabi perdera a mãe, a mesma fora assaltada no trabalho no qual trabalhava como caixa, reagindo ao assalto foi atingida por tiro por um dos bandidos e não sobrevivera. Não havia parentes com quem a menina pudesse ficar após essa grande perda, mas a vizinha Maria, a qual também era amiga de Joana, ficou com ela, passando a cuidar como se fosse sua própria filha.
Gabi passava os dias no orfanato com outras crianças, brincando, correndo, e ficando cada vez mais linda e esperta. Porém às vezes quando sozinha, no balanço próximo ao muro debaixo das árvores, a moça deixava lágrimas silenciosas de saudade lhe percorrer a face. Ela precisa se lembrar da mãe, pois enquanto pensasse nela e sentisse sua perda, Joana permaneceria viva em seu coração.
Ela nunca se recusou a usar branco, entendia que estava ali por um milagre. Porém não conseguia esconder que tinha vontade de usar outras cores. Certo dia em frente a uma loja de vestidos de festa viu um lindo vestido rosa e desejou com todas as suas forças poder usá-lo, invejava às vezes as moças que usavam outra cor.
A data de seu aniversário estava muito próxima e nesse dia sabia que estaria livre da promessa que sua mãe fizera. O pessoal do orfanato decidiu fazer uma festa para Gabi, pois quinze anos é a idade mais aguardada por qualquer menina. Ela estava feliz, estaria ali com as outras crianças, que também teriam enfim uma diversão além das rotineiras brincadeiras, e também o mais aguardado o baile.
Mas com quem ia dançar? Quem a conduziria ao centro do palco tocaria suas mãos no momento da valsa? Ela nutria uma paixão pelo filho da cozinheira, um moço bonito, simpático e simples, assim como ela. Eram amigos, apenas amigos.
Olhando para o céu Gabi percebeu que algumas gotas de chuva caiam, adiantou-se e correu para dentro do orfanato, chegando ao salão onde ficavam vários pufes e a televisão percebeu que algumas crianças estavam cochichando, e dando risinhos enquanto olhavam para ela. Então Lilian, uma garotinha fofa de sete anos, lhe pegou pela mão e disse:
- Gabi, a tia Maria ta chamando você lá no quarto!
-Hum, não é mais uma das suas pegadinhas né mocinha? Olha se forem me dar susto, juro que pego você e te encho de cosquinhas bem assim – Gabi ergueu a pequena menina e lhe fez várias cosquinhas, não há som mais gostoso de ouvir que uma risada infantil.
Gabi foi até o quarto, ao abrir a porta com o sorriso ainda no rosto, olhou para sua cama e viu o vestido mais lindo que já vira. Era o vestido rosa que vira aquele dia na vitrine da loja. Dona Maria, e outras funcionárias estavam ali, com olhares felizes e esperando sua reação.
A primeira delas foi a emoção, logo as lágrimas vindo com um suspiro forte, era muita felicidade.
- Mas como? Como vocês compraram? Deve ter custado uma nota, vocês não podiam. Gente, não sei o que dizer.
- Não precisa dizer nada minha flor – Maria se aproximou de Gabi e lhe tomou as mãos – Nós juntamos um dinheiro, fizemos uma vaquinha e compramos para você, eu vi o quanto seus olhos brilharam quando olharam para ele aquele dia. Agora ele é seu. Será seu vestido no baile.
Gabi tocou o tecido, era macio, e um rosa tão lindo, primeira cor que usaria depois do costumeiro branco. Feliz, ela agradeceu a todos e por fim ficou sozinha em seu quarto, admirando o belo vestido, e ao lado da cama havia uma caixa de sapato, ao abri-la outra surpresa, uma sandália prata, com vários brilhantes em cima. Ela se sentiu uma cinderela.
Colocou as sandálias que eram de um salto alto, não muito, mas ela estava sempre acostumada a usar sapatilhas, e arriscou alguns passos desajeitados, e quase tropeçou no tapete se não fosse por duas mãos fortes segurá-la a tempo.
- Opa! Calma, desse jeito vai cair – Ao olhar para cima viu aqueles olhos azuis de sua paixonite, era David, o rapaz que lhe arrancava suspiros. Com os cabelos pretos caindo em seus olhos, e o maxilar relaxado, ela via um sorriso brincar em seus lábios.
- Ah David, que isso entrar no quarto alheio sem bater hein? – Falou ela em tom de ironia.
- A porta estava aberta mocinha e se eu não tivesse entrado você iria cair um baita tombo, aliás, eu deveria ter te deixado cair, ia ser muito engraçado.
- Sério? Acho que o chute que vou te dar com essa sandália vai ser ainda mais engraçado.
- Pois nem tente, pois é capaz de você acabar caindo e não eu.
Os dois riram e ao final Gabi não deixou de esconder uma pequena frustração. Mas com quem ia dançar? Talvez fosse com o João, um senhor carismático que cuidava do jardim do orfanato.
- Que foi Gabi, porque mudou de repente?
-Não é nada David.
- Hey, somos amigos né? Me conta vai.
-Ah  não sei... – Ela sentiu seu rosto ficando vermelho e quente então por fim olhou nos olhos de David e disse – É que eu vou ter que dançar com alguém a minha valsa, acho que será o senhor João, mas não estou triste com isso, é só que...
Ele então levou uma de suas mãos ao rosto de Gabi e disse:
- Gabi, eu vou dançar com você. Foi por isso que vim ao seu quarto, perguntar se eu podia dançar a sua valsa com você.
O coração batia forte, eles se conheciam há anos, um viu o outro crescer, mas aquela era a primeira vez que algo a mais ficava no ar. Ela somente conseguiu assentir com a cabeça.
- Seu aniversário será muito especial Gabi, inclusive para mim, tenho uma surpresa para você – Deu um beijo no rosto da jovem e soltou suas mãos, deixando-a com o coração palpitando forte no peito.
---
O dia chegara, o dia mais aguardado por todos. Em seu quarto, poucas horas antes da festa começar, Gabi abriu seu guarda-roupa e tirou de lá o vestido rosa. Com um aperto do peito e com um sentimento que não sabia descrever, Gabi despiu pela última vez o roupão branco. Com cuidado colocou o vestido rosa, sentiu-se diferente, olhou no espelho e por um momento não se reconheceu. Mas estava linda.
Pegou então uma paleta de sombras, e escolheu a cor rosa e passou em seus olhos, um gloss labial, e um pouco de blush. Ao sair do quarto todos que ali estavam a esperando pararam de fazer o que faziam e a olhavam. Era a menina virando mulher.
Foram até o salão que estava todo enfeitado, próximo à parede havia uma mesa e nesta um bolo maravilhoso, cartazes de “feliz aniversário”, alguns presentes embrulhados. Todos se divertiam e ao adentrar o salão até mesmo as crianças fizeram aquele: oh!
De repente o silêncio, Gabi não sabia o que dizer o que sentir, era muita informação para ela naquele momento, até que as crianças começaram a dizer que ela estava linda. Ela sorriu, e ao dirigir o olhar para a porta, ali estava David, em um terno branco, sem sua tradicional camiseta e calça jeans. Ele estava realmente lindo, e a olhava compartilhando o mesmo a ela. Então foi até ela, tocou sua mão esquerda e sem desviar o olhar depositou ali um singelo beijo. Um arrepio percorreu Gabi.
Ele então se aproximou:
- Você está linda, como uma princesa.
- Você também está lindo – Então não sabendo por que, ela disse – Eu nunca dancei uma valsa antes.
- Então vamos aprender juntos.
David colocou a mão em sua cintura e com passos tímidos começou a conduzir Gabi, a música tocava nos primeiros minutos as pessoas olhavam sem despregar o olhar. Eles giravam, riam, Gabi rodopiava, e seus risos ecoavam pelo local. Até que David diminui o ritmo e timidamente falou em seu ouvido.
- Feliz aniversário Gabi.
Um fluxo de emoções a tomara, e abraçou David. Era um compartilhamento mutuo de sentimentos, o que seriam deles dali para diante? Ela agora tinha quinze anos, ele dezessete, será que poderiam ficar juntos? Será que havia um “felizes para sempre”?
A valsa ainda tocava, e ele a fazia dançar novamente, Gabi se sentia no céu, era como se estivesse voando, caindo de cima das nuvens sem ter um fim. Até que uma dor aguda começou a lhe incomodar. Sentiu que sua cabeça girava, mas pensou ser por causa da dança. Não deixou de dançar. Apoiou-se em David. Mas seus pés começaram a falhar e uma queda foi iminente. Gabi sentia a dor tomando conta do seu corpo, não conseguia respirar. Então uma ânsia muito forte a tomou e ela vomitou sobre seu vestido. Era sangue.
A mesma assustada, lutando ainda para respirar, não entendia, era só dor, só torpor. David tomou as mãos de Gabi, segurando e gritando por socorro, alguns tentavam tirar as crianças dali, outros estavam em choque, alguém chamava uma ambulância. E uma sombra passava pela porta.
Então ele sentiu as mãos frias de Gabi amolecerem e saírem das suas, caindo ao lado do corpo. Pela última vez ele ouviu o suspiro de Gabi. Suspiro que ele queria lhe tirar após a festa, no bosque do parque, com o primeiro beijo deles.
Ele olhou com choque, sacudia Gabi para fazê-la acordar, não seria possível, não podia ser assim. Até que bombeiros chegaram e a tiraram de seus braços. Um deles sacudiu a cabeça, tocou-lhe o pulso, fez massagens cardíacas, respiração boca a boca, mas ela não reagia.
O primeiro grito de choro veio de Maria, e depois dos outros adultos que ali estavam.
Sob o corpo da moça, colocaram um lençol branco. David estava em choque, não acreditava naquilo, jamais acreditaria. Saiu correndo, chegando ao portão gritou, gritou de indignação, de medo e revolta. Por que ela morrera, assim tão de repente? Seu problema do coração havia curado, não é mesmo? Será que Deus teria sido tão egoísta e a recolhido para si, justo no dia em que ela se libertaria?
Mas a cor que lhe marcou, que lhe fez perder as noites de sono que se seguiram, não foi o branco, não foi o rosa, foi o vermelho.
Após o enterro, e da comoção do orfanato, quando todos mentiam tentar seguir com a vida, David estava sob o túmulo branco da amada, deixando um beijo no mármore gelado. Depositou ali uma rosa.
Em seus sonhos, um anjo o visitava, não via rosto, apenas o lençol branco que lhe envolvia. Esse é o final, nem toda felicidade é para sempre, e talvez o para sempre não exista.
TALVEZ... "

* Personagem inspirada no livro Floradas na Serra - não é fanfic porque na verdade esse conto não tem nada a ver com o livro, e até mesmo com a personagem, são poucas coisas semelhantes.
* Sem querer acabei pensando em uma continuação, se gostarem posso até pensar em fazer continuação.
* Tudo que eu publico aqui no blog tem direitos autorais, então espero que ninguém pense em me plagiar.
* Ouçam a música Hello - Evanescence, dá uma emoçãozinha a mais.

Imagem by Google.

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46 comentários

  1. Dai e seu lado escritora!!!! adorei, quis ate chorarvc sabe como emocionar e tocar as pessoas em suas linhas, e adoraria ler mais dos seus contos, vc tem talento

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  2. Gostei bastante do conto, simples, mas muito bem escrito e com uma otima mensagem, e quero uma continuação u.u

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  3. Adorei o conto, apesar de ser grandinho rsrsrs!

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  4. Gostei bastante da escrita, mas prefiro ler um conto fantástico kk
    Parabéns.

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  5. Seu conto ficou muito bom :)

    Escreva outros que quero ler hahaha !!!

    http://euvivolendo.blogspot.com.br/

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  6. Muito bom menina! Eu só acho que vc repete a informação que ela ficava com as crianças no orfanato. Duas vezes. Você pode cortar isso. De mais, esta muito interessante.
    Publique a continuação.

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    1. Opa, obrigada Natalia ^^ vou revisar isso aqui para tirar a repetição :)
      muito obrigada pela opinião.

      bjs

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  7. Estou chorando, de verdade, não esperava um conto assim, não estava preparada... Pra você entender, quando eu fiz 15 anos, eu não pude comemorar o meu aniversário, porque eu estava internada, inconsciente, com uma doença grave, não gosto de tocar neste assunto, porque justamente os meus 15 anos eu passei em branco, sem lembrar deste dia, em um hospital. Mesmo a estória sendo diferente da minha, me identifiquei muito, porque justamente neste dia especial aconteceu uma tragédia.
    Não estou chorando só de tristeza de lembrar deste dia não, de alegria também, porque cada dia eu vejo o quanto você é especial na minha vida, Dai. Muito obrigada por tudo! <3
    Quero sim uma continuação.

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    1. Ok, agora quem chorou com seu comentário foi eu *___* sem palavras aqui..
      Laura vc é linda, uma menina ótima!!!! Acho que todo blogueiro deseja leitores assim como você :)

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  8. Adorei o conto fofa!!
    Você deveria escrever mais :)
    Nem me lembro mais do meu aniversário de 15 anos, mas certeza que não teve festa nem nd rsrsrs

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  9. Eba..rs Já tinha lido um conto seu aqui há um bom tempo..e confesso, adorei suas letras!!!
    E esse não foi diferente..
    Acho que se você tivesse tirado uma frase que fôsse, iria realmente fazer falta!!
    tem como não se emocionar??
    Que venha continuação mesmo..rsrsrsrs
    Beijo

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  10. Que história triste... emocionante! Parabéns!

    http://meuslivrosesonhos.blogspot.com.br/2013/03/blog-post.html
    *Se você puder visitar meu blog, ficarei feliz!

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  11. Muito fofo, bem escrito e bem feito. Adorei esse conto *-*
    Pode fazer uma continuação sim, ficou legal esse.

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  12. Que história mais triste e emocionante,porfavor escreve uma continuação foi lindo demais,vc esta de parabéns.
    bjs

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  13. nossa da uma emoçãozinha a mais com certeza escutar a música *-*
    escutei só depois pq fui logo lendo ;w;
    gostei viu

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  14. Minha linda, vc me emocionou. Tocou meu coração e me fez sentir como Gabi, adolescente e cheia de sonhos, desejos tão simples e um olhar tão doce sobre sua vida difícil e trágica. Como vc consegue escrever sobre essa dor? Imagino que deve ter se emocionado e chorado também...
    Seu dom é lindo, continue! Invista!
    Adorei. Sucesso pra vc. Agora tô com saudades da Gabi.

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    1. heheheh a Gabi um dia vai voltar ;) em outro conto quem sabe..

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  15. Continua escrevendo, vai que isso se torna algo maior? ;)

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    1. não sei... gosto de escrever, mas não penso em me tornar escritora profissional não hehe

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  16. Amei! Você escreve muito bem, excelentemente bem. Me emocionei com o final e você me surpreendeu. Com certeza, acredito que esse conto mereça uma continuação *-* Parabéns!

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  17. Muito bom.
    Continua a escrever sim.

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  18. Estou louca pra ler, mas quero ler quando puder escutar a música também. Como estou no trabalho, vou esperar chegar em casa.
    Já vi que tem uma personagem com o meu nome e que deve ser muito bom. Os comentários levam a crer nisso hehe

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  19. Nossa, realmente despertou meu interesse. Quero muito conhecer essa história.
    Parabéns pela resenha

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  20. Ficou bem bacana esse conto, com certeza valia uma continuação!

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  21. amei esse conto, até me emocionei. continua escrevendo :D

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  22. Oiii Dai, ahhh fiquei triste, como assim ela morreu, esperava para ver a surpresa que o David tinha para ela....ah o primeiro beijo...tão lindo...ah eu quero uma continuação com certeza, não curti aquela Talvez no final...quero mais e muitooooo mais....vc tem que aflorar esse seu lado de escritora.

    BjOs!!!

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  23. Conto maravilhoso Dai *_* Você com certeza tem o dom da escrita.
    Mas como assim ela morreu? Fiquei chocada, sério preciso de uma continuação para esse conto *O* hahah
    beijocas

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  24. Ai que triste, chorei com o final :(
    Gostei muito da sua escrita, parabéns, me emocionei muito. Vou aguardar seus próximos trabalhos.

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  25. T.T Daiane como vc faz isso comigo chorei bem aqui com esse conto T.T Que lindo apesar de que acho que ela poderia ter morrido depois do beijo mas gostei mesmo assim ... quero saber o que vai acontecer com o David esperando ansiosamente a continuação!

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  26. Nossa que lindo e triste ao mesmo tempo, emocionante, simplesmente adoreii!!!
    Dai você tem talento, espero ver mais contos seu aqui!

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  27. Adorei seu conto e sua escrita! Continue escrevendo!

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  28. Prevejo um livro sobre este tema em breve flor? rs
    Quando se tem talento não se deve esconder. Corra atrás que leitores você já tem garantido.

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  29. Realmente é grande, mas é lindo. Que triste o final. Faz sim a continuação.

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  30. Muito bom, é lindo e merece continuação!

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  31. Dai,
    sei que você disse que não pretende ser escritora profissional, mas o seu texto está muito bom.
    Acho sim que você deveria nos beneficiar com a continuação dele, pois foi muito bom e empolgante. Surpreendente, jamais imaginei que ela morreria no final.
    Quero mais! =)

    http://lisos-somos.blogspot.com.br/

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  32. Adorei o conto!
    Quem dera eu também escrevesse assim, mas o eu talento não é esse, definitivamente. haha
    Ah, e só para constar, chorei no final... ;(

    Beijos!

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  33. Adorei o conto... mas achei muito triste.
    Imagina, passar por tudo isso, ainda morrer no dia mais importante da vida dela. coitadinha. rs

    Muito boa a história. Parabens.
    Beijos
    Vanessa

    makeetcs.blogspot.com.br

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  34. Não precisa ficar nervosa e nem receosa de mostrar seu conto para gente, flor...
    é um talento e precisa ser dividido, né... ;)

    Boa história e pode postar sempre q a gente gosta!!!! hehehe

    bjs

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  35. Gostei bastante do conto. Apesar de preferir os que tem o final feliz. Rsrsrs
    Parabéns, Daiane!!!
    Gostaria de ver a continuação desse conto.

    @_Dom_Dom

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  36. Parabéns por seu conto e por dividir conosco^^
    A beleza na tristeza...sim sim,continuação.

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  37. Sim, por favor, uma continução. Fiquei totalmente apaixonado e intrigado com esse conto. O final OMG AAAAAAAA. Dai, acredite, você é uma ótima autora e sabe como fisgar a atenção de um leitor. Em poucos parágrafos eu já me apeguei aos personagens e quero uma continuação para saber mais sobre eles e por quê ela morreu assim tão de repente?

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  38. Primeiro conto seu que leio e... PARABÉNS!
    Obrigado por nos dar a oportunidade de lê-lo, aguardo uma continuação! =D

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  39. COOOOOOOMO ASSIM ELA MORREEE? Não podia, achei injusto :( Adorei o conto, quero mais, quero continuação simm!!!

    P.S. tem um errinho ali: "Ele então ele levou uma de suas mãos ao rosto de Gabi e disse:" Duas vezes "ele"

    Bjssss

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  40. Adorei, achei bem fofinho :)

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  41. Dai!! Eu adorei!!
    Fiquei super envolvida com a historia, quero a continuação!! E por favor, resucite-a!! Mto mto mto tragico :O rs

    Bjooo

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Blog no ar desde 08/11/2011

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